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quinta-feira, 30 de abril de 2020

Instituto Argonauta realiza soltura de gaivota no Litoral Norte de São Paulo

Após 25 dias em reabilitação, Instituto Argonauta realiza soltura de gaivota em São Sebastião, Litoral Norte de São Paulo.

Equipe do Argonauta realiza soltura da gaivota.
Fonte e foto: Instituto Argonauta

Gaivota foi encontrada debilitada na praia São Francisco em São Sebastião e, após receber cuidados especiais durante 25 dias, foi solta na Praia Grande no último dia 20 de abril. O Instituto Argonauta tem mais um motivo para comemorar. Uma gaivota juvenil (Larus dominicanus) que foi encontrada abatida na Praia São Francisco em São Sebastião/SP no dia 25 de março, foi solta na segunda (20), na Praia Grande do mesmo município, depois de passar 25 dias em reabilitação.

De acordo com a médica veterinária Luisa Mutzenbecher, da Unidade de Estabilização de São Sebastião, o Instituto foi acionado no dia 25 de março para atender a ocorrência de uma gaivota que estava muito debilitada na areia da Praia de São Francisco. O animal foi resgatado pela equipe do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) e levado então até a Unidade de Estabilização, onde recebeu os cuidados especiais da equipe. “A ave não conseguia se manter em pé. Estava desidratada e magra, com dificuldades para respirar e com os olhos machucados”, detalhou a médica veterinária. O que provavelmente lhe deixou doente, segundo Luisa, foi uma intoxicação alimentar.

Na Unidade de Estabilização a gaivota respondeu muito bem aos tratamentos que recebeu, e logo já começou a apresentar sinais de que em breve poderia ser devolvida a natureza. “Ela passou a se alimentar sozinha e voou dentro do recinto da Unidade”, comemorou. Os exames pré-soltura apresentaram bons resultados, indicando que a ave estava pronta para ser reintroduzida.

Sobre o Instituto Argonauta

A Gaivota foi solta na Praia Grande, no litoral de São Paulo.
O @institutoargonauta foi fundado em 1998 pela Diretoria do Aquário de Ubatuba e reconhecido em 2007 como OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). O Instituto tem como objetivo a conservação do Meio Ambiente, em especial a conservação dos ecossistemas costeiros e marinhos. Para isso, apoia e desenvolve projetos de pesquisa, resgate e reabilitação da fauna marinha, educação ambiental e resíduos sólidos no ambiente marinho, dentre outras atividades. O Instituto Argonauta também é uma das instituições executoras do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), atividade desenvolvida para o atendimento de condicionante do licenciamento ambiental federal das atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos, conduzido pelo Ibama.

Esse projeto tem como objetivo avaliar os possíveis impactos das atividades de produção e escoamento de petróleo sobre as aves, tartarugas e mamíferos marinhos, por meio do monitoramento das praias e do atendimento veterinário aos animais vivos e necropsia dos animais encontrados mortos.
O projeto é realizado desde Laguna/SC até Saquarema/RJ, sendo dividido em 15 trechos. O Instituto Argonauta monitora o Trecho 10, compreendido entre São Sebastião e Ubatuba.

Seja um Argonauta

Para acionar o serviço de resgate de mamíferos, tartarugas e aves marinhas, vivos debilitados ou mortos, entre em contato pelos telefones 0800-6423341 ou diretamente para o Instituto Argonauta: (12)3833-4863 / (12) 3834-1382 (Aquário de Ubatuba) / (12) 38335753 / (12) 99705-6506 – WhatsApp. Também é possível baixar gratuitamente o Aplicativo Argonauta, disponível para os sistemas operacionais iOS (APP Store) e Android (Play Store). No aplicativo, o internauta pode informar ocorrências de animais marinhos debilitados ou mortos em sua região.

Conheça mais sobre o nosso trabalho em: Instituto Argonauta e Facebook Instituto Argonauta

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