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sexta-feira, 30 de setembro de 2022

Meninas do Brasil arrasam a África do Sul e equipe masculina bate a Dinamarca na abertura do Mundial de Equipes

Bruna Takahashi, Giulia Takahashi e Laura Watanabe não deram chances para as adversárias africanas; meninos sofrem com os canhotos europeus, mas vencem na primeira rodada.

Laura Watanabe Mundial de Equipes Chengdu China Foto Luis Miguel Ferreira
Laura Watanabe fez grande estreia diante da África do Sul.
Colaboração de texto: Nelson Ayres/Fato&Ação
Colaboração de foto: Luís Miguel Ferreira.
 
O Brasil levou a melhor nos dois confrontos de abertura do Campeonato Mundial de Equipes de Tênis de Mesa, em Chengdu, na China. Na madrugada desta sexta-feira (30), as meninas venceram a África do Sul por 3 a 0, sem maiores dificuldades. Já os rapazes sofreram bastante com os dinamarqueses, mas também saíram vitoriosos por 3 a 1.
 
Na segunda rodada, ainda nesta sexta-feira, às 23h (de Brasília), as brasileiras enfrentam a Itália. Os meninos só voltam a jogar na noite de sábado, no mesmo horário, diante de Portugal. Os dois jogos serão exibidos pelo canal da WTT no YouTube (https://www.youtube.com/c/WTTGlobal).
 
As meninas literalmente atropelaram as sul-africanas. Começando por Bruna Takahashi, que enfrentou Musfiquh Kalam. A número 21 dominou o jogo a partir do quarto ponto do terceiro set. Forçou os erros da adversária e abriu larga vantagem, fechando com tranquilidade. No segundo set, foi ainda mais dominante e manteve o ritmo na terceira parcial, fechando em sets diretos (11/4, 11/2 e 11/5).
 
Estreando em Mundiais, Giulia Takahashi, de 17 anos, se comportou como uma veterana. Contra Danisha Patel, ela soltou o braço desde o início. Venceu o primeiro set com tranquilidade, manteve a mesma constância na segunda parcial e só diminuiu o ritmo no final, mas sem ter o jogo em momento nenhum sob ameaça, encerrou com 3 a 0 no placar (11/3, 11/4 e 11/7).
 
Era a vez de outra estreante, Laura Watanabe, com apenas 18 anos. E foi mais um baile. No primeiro set, chegou a estar vencendo por 7 a 0 e conseguiu vencer com folga. Oscilou na primeira metade do segundo set e depois engrenou uma sequência de seis pontos. O terceiro set foi praticamente só dela, fechando novamente em 3 a 0 (11/4, 11/5 e 11/1).
 
Meninos sofrem
 
No masculino, a tática dos dinamarqueses foi colocar seu terceiro atleta, Martin Buch Andersen, para pegar o raquete 1 do Brasil, Hugo Calderano. O objetivo era tentar equilibrar o confronto na sequência dos jogos. O que se viu no primeiro duelo foi o brasileiro arrasador, mantendo a constância nos dois primeiros sets e dominando amplamente o terceiro: 11/5, 11/5 e 11/3.
 
A tática dinamarquesa começou a mostrar efeito no segundo duelo, de Vitor Ishiy contra Anders Lind. Apesar de não abrir larga vantagem, o europeu dominou o primeiro set. No segundo, o brasileiro foi perfeito na reta final. O confronto permaneceu parelho na terceira e quarta parciais, mas o representante do Velho Continente foi mais eficiente nos momentos decisivos, vencendo por 3 a 1 (9/11, 11/6, 8/11 e 9/11).
 
Eric Jouti começou o terceiro jogo da série com sangue nos olhos. Agressivo, não permitia que o canhoto Tobias Rasmussen entrasse na partida e venceu o primeiro set. O jogo do dinamarquês começou a aparecer na segunda parcial, em que venceu, e no terceiro set, que Jouti levou a duras penas. Mas o brasileiro voltou a ter o controle da mesa na sequência e fechou em 3 a 1 (11/7, 9/11, 12/10 e 11/5).
 
Caberia a Hugo Calderano fechar o confronto. Mas não foi fácil. O número 5 do mundo começou mal e demorou a reagir, perdendo o primeiro set. Na segunda parcial também encontrou dificuldades, mas levou a melhor. Encaixou seu melhor jogo no terceiro set, voltou a sofrer no quarto, onde chegou a estar perdendo por 5 a 1, mas teve maior constância e conseguiu vencer por 3 a 1 (9/11, 11/9, 11/6 e 11/9).
 

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