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sexta-feira, 9 de julho de 2021

Karina Trois vence o sabre feminino sênior da 3ª Etapa do Brasileiro Interclubes

Atleta do Paulistano iniciou a nova temporada nacional exatamente da mesma forma que terminou a última, em 2019: na liderança entre as sabristas.

Karina Trois (dir.) venceu Luana Pekelman (esq.) na decisão.
Colaboração de texto: Nelson Ayres/Fato&Ação Comunicação fatoeacao.com
Foto: Rosele Sanchotene.
 
Na disputa do sabre feminino sênior, na 3ª Etapa do Circuito Brasileiro Interclubes, não aconteceram grandes surpresas. Neste domingo (4), no E.C.Pinheiros, em São Paulo (SP), Karina Trois, líder do último ranking nacional, em 2019, iniciou a temporada exatamente da mesma forma: vencendo. A medalha de prata ficou com Luana Pekelman (Pinheiros), e os bronzes foram conquistados por duas atletas do Paulistano: Pietra Chierighini e Luiza Lee.
 
Grande favorita na disputa deste domingo, Karina não decepcionou. Fez uma pule excepcional, vencendo todos os seus duelos, contra Andrea Chen, Carla Scalabrin, Gabriela Moraes e Ana Clara Morsch. Em quatro jogos, sofreu apenas um ponto e terminou com a melhor campanha entre as participantes da disputa.
 
Nas eliminatórias, manteve a mesma pegada. Venceu Stephane Grosche (APE Paulista), no quadro de 8, por 15 a 3. Na semifinal, superou Pietra Chierighini, por 15 a 8. Sua adversária na decisão foi Luana Pekelman, atleta que foi campeã sub-20 na véspera e que tinha superado um duríssimo confronto minutos antes, vencendo Luiza Lee por 15 a 14. Mas Karina foi absoluta novamente e conquistou o ouro, com 15 a 7 no placar.
 
A jovem campeã, com apenas 24 anos, se tornou o grande nome do sabre feminino na atualidade. E considera interessante essa situação de ser a mais velha da turma. “Foi muito bom voltar a rever pessoas e voltar a competir antes de muita gente. Não é fácil entrar como a favorita. É muita pressão. Tive de fazer o meu jogo. Nunca pensei que esse tempo ia chegar. É estranho, pois antes eu via as outras meninas, elas eram o meu exemplo. Eu percebo que está mudando, eu sou a referência agora. É legal”, afirma.
 
Assim como Bruno Pekelman no masculino, Karina já foi a representante do Brasil no Pré-Olímpico da Costa Rica. E também já pensa em Paris: “Aprendi que preciso ter mais confiança no meu jogo, saber que dá, só falta acreditar realmente. O foco é total em 2024, classificar e chegar com confiança”.
 

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