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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Surf baiano planeja 2025

Com a presença de representantes de diversos setores como atletas, organizadores de evento, presidente de entidades e imprensa, o Surf Baiano se reuniu, ontem (23), na Faculdade Maurício de Nassau, na Pituba para planejar no futuro do “Esporte dos Reis Havaiano” no Estado.

Por: Miguel Brusell
Fotos: Gabriela Simões

A iniciativa foi do ex-presidente da Associação Baiana de Surf e do Uniclubes, Fabiano Prado que conseguiu aglutinar uma boa quantidade de interessados no futuro do Surf Baiano.

A reunião foi o primeiro passo para a criação da União Baiana para o Desenvolvimento do Surf, uma instituição voltada para a união, pesquisa, estudo, capacitação, planejamento e desenvolvimento do surf baiano. Entre os presentes, o primeiro a falar foi Fabiano Prado que assumiu a liderança no processo de criação do grupo.

Fabiano Prado.
Um dos primeiros temas tratados e definidos foi a necessidade da criação de uma entidade jurídica, com CNPJ, para a abertura de uma conta para captação de recursos para viabilização do projeto. Pelo caráter embrionário da entidade e a necessidade imediata de capitalização, a princípio, foi descartada a criação da entidade jurídica.

Para captar os recursos ficou decidido que será criada uma nova conta para a Federação Baiana de Surf, que receberá fundos apenas destinados ao novo projeto, distinta da atual conta administrativa da entidade máxima do surf baiano, que abraçou o projeto através do atual presidente, Carlos Abdala e outros membros da diretoria que estavam presentes no evento.

Em seguida, representantes das diversas entidades que fazem o surf baiano se apresentaram e apresentaram, também, um pouco do trabalho das 26 entidades que realizam eventos de surf no Estado. Na reunião, ficou constatado que, das 26 entidades, apenas 5 estão funcionando, rigorosamente. dentro da lei, estando aptas para captar recursos para promover os seus eventos.


Na oportunidade, Fabiano Prado apontou que um dos objetivos da entidade criada é exatamente saber por que tantas entidades não estão regularizadas e o que deve ser feito, caso à caso, para ter o maior número possível de entidades organizadoras de competições com suas contabilidades aptas para a captação de recursos, nas três esferas do poder público.

Fabiano Prado e Carlos Abdala.
Presente na reunião, o presidente da Confederação Brasileira de Surf, Adalvo Argolo apoiou a iniciativa para a criação da nova entidade para a união e organização do surf baiano. “É mais um movimento, né. A cada tempo aparecem pessoas com novas ideias e isto vai oxigenando o esporte. É uma iniciativa boa, num momento bom, com todos os resultados que o Brasil está tendo lá fora e, infelizmente, não estamos tendo estes resultados dentro do Brasil, não só na Bahia. Isto é importante e, quem sabe, a Bahia possa criar uma opção nova, uma estrutura diferente dentro do surf e que sirva de exemplo para o Brasil inteiro”, deseja o presidente da CBSurf.

Também presente no evento, o diretor da Is Sport, Marcos de Almeida um dos criadores da Associação Baiana de Gestão e Marketing Esportivo (ABGME) destacou o caráter pioneiro da iniciativa do surf baiano. “O pessoal do Surf está dando um passo fundamental para profissionalizar o esporte na Bahia. Eles estão à frente de diversos esportes, inclusive o futebol. É uma iniciativa louvável, a Bahia tem o maior litoral do Brasil e isto precisa ser explorado. O surf da Bahia precisa se posicionar no mercado para atrair investimentos, fazer parcerias com as entidades públicas, ter acesso às leis de incentivo e conseguir desenvolver desde a base, para atingir toda a cadeia produtiva, chegando ao alto rendimento, porque a Bahia sempre foi um celeiro de grandes atletas.”, afirma o gestor esportivo.



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